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14 dezembro 2012

2012/2014 - Aliados & Adversários



Em 22 meses em 05 de outubro de 2014 mesmo com as suspeitas que pairam no sistema eletrônico de votação, em SC os catarinenses estarão escolhendo 40 Deputados Estaduais, 16 Deputados Federais, o Senador (2015 – 2022), se reelegem Colombo Governador ou escolhem outro e se reelegem Dilma Presidenta ou tiram a mulher do poder.
A conjuntura nacional momentaneamente aponta para um quadro com três candidaturas principais:
•Dilma à Reeleição – PT/PMDB/PDT/PCdoB/PP/PSD/PR
•Aécio O Retorno dos Tucanos– PSDB/DEM/PPS
•Eduardo Campos A Terceira Via - PSB
Como em 2010 a coligação em nível nacional pode ser diferente em nível estadual temos o quadro em SC ainda bastante confusa, mas o que aparece ser provável é o encaminhamento para três candidaturas com viabilidade:
•Colombo à Reeleição – PSD/PSB/PP/PPS/PTB
Com Esperidião ou Angela Amin ao Senado
•Bauer O Voo Tucano – PSDB/DEM
Com Paulo Gouveia ao Senado
•Mariani (?) O Retorno Pmdbista – PMDB/PT/PCdoB/PR
Com Ideli ao Senado
É esperar para ver, mas imagine se esse quadro confirma-se, seria interessante ver aqui pelas bandas do Vale do Itapocu ferrenhos adversários de 2012 abraçados em prol de 2014 e amigos de 2012 não dividindo o mesmo palanque e nem tomando café do mesmo bule. 

28 outubro 2012

Signo da mudança




Dado cabo ao processo eleitoral 2012 o que ficou evidente de norte a sul foi à marca da mudança. O eleitor em sua maioria votou pela mudança, não se importou tanto com mensalão, nem com cores e bandeiras partidárias, aliás, essa mais do que outras eleições foi o epílogo da tal ideologia partidária aonde vimos DEM e PT, PCdoB com PSDB, PMDB com PP, ou seja, tudo junto e misturado.
O eleitor votou pela mudança de rumos, o eleitor votou buscando novas formas de fazer o feijão com arroz dos serviços públicos. Pena que talvez o eleitor não percebeu ainda que muitos que diziam ser a mudança estejam escalando suas “novas” com velhas e velhos conhecidos da política que já falam em trazer a prática administrativa formas retrógradas de governar.
Mas sob o signo da mudança cá estão os eleitos agora, que a partir de 1º de janeiro terão 1460 dias para buscar convencer o povo que de fato é o novo, porque senão já sabe né! O tempo passa mais rápido pra quem está no poder do que quem está fora dele, e quem está saindo agora será o novo daqui a quatro anos e os papéis irão se inverter.