As queixas de policiais militares e também civis é cada vez maior com a acanhada estrutura e o estado obsoleto ou precário dos armamentos e equipamentos utilizados no cotidiano da segurança pública. O recente episódio do caixa eletrônico de Massaranduba só reforça o temor dos policiais e alguns até chegam a afirmar que não está longe o dia em que teremos um agente de segurança pública da nossa região tombando em combate com os criminosos cada vez mais armados. Isso sem contar que grande parte principalmente dos policiais militares tem de conviver com salários defasados e achatados e está devendo na praça.
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22 agosto 2011
03 maio 2007
Moeda Verde
FLORIANÓPOLIS/SC - A Polícia Federal, através da Delegacia de Combate a Crimes Ambientais e contra o Patrimônio Histórico em Santa Catarina, deflagrou na manhã de hoje, 03, a operação Moeda Verde. Estão sendo cumpridos mandados de prisão e de busca e apreensão em Florianópolis e Porto Alegre (RS). A ação conta com a participação de 170 policiais federais dos dois estados.
A investigação começou depois da notícia da prática de crimes contra o meio ambiente na implantação de um empreendimento imobiliário na cidade de Florianópolis. Com a apuração, os policiais descobriram a existência de uma organização criminosa infiltrada na máquina administrativa, presente nos Poderes Executivo e Legislativo.
Entre os presos estão empresários e funcionários públicos, além de dois vereadores, que responderão pelos crimes contra o meio ambiente, formação de quadrilha e contra a administração pública – tráfico de influência, corrupção ativa e corrupção passiva.
O nome da operação Moeda Verde é referência à negociação em que a moeda de troca envolve o meio-ambiente.
Por: Comunicação Social / Superintendência Regional da PF em Santa CatarinaTel.: (48) 3281-6591
A investigação começou depois da notícia da prática de crimes contra o meio ambiente na implantação de um empreendimento imobiliário na cidade de Florianópolis. Com a apuração, os policiais descobriram a existência de uma organização criminosa infiltrada na máquina administrativa, presente nos Poderes Executivo e Legislativo.
Entre os presos estão empresários e funcionários públicos, além de dois vereadores, que responderão pelos crimes contra o meio ambiente, formação de quadrilha e contra a administração pública – tráfico de influência, corrupção ativa e corrupção passiva.
O nome da operação Moeda Verde é referência à negociação em que a moeda de troca envolve o meio-ambiente.
Por: Comunicação Social / Superintendência Regional da PF em Santa CatarinaTel.: (48) 3281-6591
31 março 2007
Na Folha de São Paulo Sai...
PF desmonta "sistema bancário paralelo"
Organização criminosa atuava no Sul do país; 16 pessoas foram presas em Santa Catarina e 20 no Rio Grande do SulGrupo de SC movimentava cerca de US$ 10 mi por mês, e o do RS, cerca de R$ 1 mi por dia; advogado de presos evita comentar ação da PF
A Polícia Federal prendeu ontem pelo menos 36 pessoas -16 em Santa Catarina e 20 no Rio Grande do Sul- acusadas de integrar uma organização criminosa que controlava uma espécie de "sistema bancário paralelo" no Sul do Brasil. Segundo a PF, a organização estava dividida em células, uma em cada Estado. O grupo catarinense movimentava cerca de US$ 10 milhões por mês, e o do Rio Grande do Sul, cerca de R$ 1 milhão por dia.A Justiça Federal determinou ainda o bloqueio de 560 contas bancárias ligadas ao esquema. De acordo com as investigações, a organização oferecia -sem o conhecimento do Banco Central- serviços bancários a empresários da região, como manutenção de conta corrente e investimentos e compra e venda de moeda estrangeira, além de envio de dinheiro para o exterior por meio de transações financeiras ilegais e não declaradas às autoridades. Na manhã de ontem, a operação "Ouro Verde" -que ganhou esse nome em alusão à cor das cédulas de dólar- prendeu 16 pessoas em cidades catarinenses. Todas foram encaminhadas à sede da PF em Joinville (186 km de Florianópolis). Das 16 prisões, 3 são preventivas (de 30 dias) -entre elas, a do acusado de liderar a quadrilha, Rogério Luiz Gonçalves, dono do grupo Roger, com cerca de dez empresas e sede em Jaraguá do Sul (187 km de Florianópolis). Rogério e seu irmão Clóvis Gonçalves estão presos acusados de formação de quadrilha, descaminho, lavagem de dinheiro, funcionamento de instituição financeira sem autorização legal, entre outros.Procurado pela Folha , o advogado dos irmãos Gonçalves disse que "não tem interesse em falar com a imprensa".Segundo a delegada da PF Laura Tacca, que participou da coordenação da operação, uma das empresas que teria usado os serviços do "banco paralelo" era a AMC Têxtil Ltda., dona da marca de roupas Colcci. Auditores da Receita foram até uma das empresas do grupo, em Jaraguá do Sul, com mandado de busca e apreensão para "recolher elementos de sonegação e evasão fiscal".A reportagem entrou em contato com a sede da empresa, em Brusque, mas uma funcionária do setor de marketing disse que não sabia nada sobre o caso e que os diretores da empresa não estavam no local. As investigações começaram em 2005 com a apreensão de US$ 20 mil que estavam sendo transportados para uma agência de turismo que atuava clandestinamente como casa de câmbio em Joinville.Rio Grande do Sul O esquema gaúcho de remessa ilegal de dinheiro ao exterior, com "braços financeiros" nos EUA e no Uruguai, baseado em importação de mercadorias, começou em 1996 e movimentou cerca de R$ 2,5 bilhões.O superintendente da PF no Estado, José Francisco Mallmann, disse que as operações podem ter começado em 1986. Com isso, a movimentação financeira chegaria a um valor maior -R$ 5 bilhões. Uma das financiadoras mais conhecidas de Porto Alegre, a Portocred, estaria supostamente envolvida nas remessas ilegais e reintrodução dos recursos no sistema financeiro brasileiro. Os três donos foram presos ontem. A reportagem não conseguiu falar com seus advogados.
30 março 2007
Operação da PF
DEFLAGRADA OPERAÇÃO DE COMBATE A CRIMES FINANCEIROS NA REGIÃO SUL
A Polícia Federal e a Receita Federal iniciam na manhã de hoje, 30, a Operação Ouro Verde. As equipes da Delegacia de Polícia Federal em Joinville/SC e do Núcleo de Repressão a Crimes Financeiros da Superintendência Regional da Polícia Federal no Estado do Rio Grande do Sul executam as ações sob coordenação da DFIN – órgão central de combate a crimes financeiros. As ações acontecem simultaneamente nos estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina.
Em Santa Catarina estão sendo cumpridos 76 Mandados de Busca e Apreensão e cerca de 15 mandados de prisão temporária e preventiva nas cidades de Joinville, Jaraguá do Sul, Guaramirim, Corupá, São Bento do Sul, Balneário Camboriú, Indaial, Blumenau, Itajaí, Florianópolis, Brusque, Joaçaba, Treze Tílias e Araucária (PR). Participam da operação 394 policiais federais de Santa Catarina, Paraná e São Paulo, bem como 101 Auditores Fiscais da Receita Federal.
No Rio Grande do Sul estão sendo cumpridos 55 mandados de busca e apreensão e mais de 20 mandados de prisão nas cidades de Porto Alegre, Novo Hamburgo, Gravataí, Caxias do Sul, Santa Cruz do Sul e São Marcos. A ação conta com participação de 310 policiais federais e 60 Auditores Fiscais da Receita Federal.
No total são 131 mandados de busca e mais de 40 mandados de prisão, com a participação 704 policiais federais e 161 Auditores da Receita Federal. Por requisição da Polícia Federal a Justiça Federal determinou ainda o bloqueio de aproximadamente 560 contas bancárias ligadas ao esquema criminoso.
A operação visa desarticular organização criminosa que agia nos dois estados, instalando um “sistema bancário” paralelo. O grupo oferecia quase todos os serviços bancários, tais como manutenção de conta corrente e investimentos (abastecidos com dinheiro de caixa dois de empresas), compra e venda de moeda estrangeira e remessa de valores para o exterior através de canais financeiros ilegais e não declarados às autoridades competentes.
A existência desse mercado bancário sem o conhecimento do Banco Central permitia à organização ocultar e lavar o dinheiro obtido com a prática de diversos crimes, especialmente de contrabando e descaminho e, inclusive, do tráfico de drogas.
As investigações começaram em novembro de 2005, com a instauração de Inquérito Policial na Delegacia de Joinvile, em razão da apreensão de US$ 20 mil. A quantia estava sendo transportado de Florianópolis para uma agência de turismo em Joinvile. A partir das investigações da Polícia Federal e da Receita surgiram indícios de que a empresa seria uma casa de câmbio clandestina, utilizando “mulas” para transportar moedas estrangeiras, dissimulando e ocultando a origem das operações.
Com a continuação dos trabalhos de inteligência financeira a Força-Tarefa identificou uma grande operadora de câmbio, sediada em Jaraguá do Sul/SC, e que praticaria lavagem de dinheiro, remessa ilegal de divisas para o exterior, sonegação fiscal e câmbio clandestino.
Detectou-se também que o grupo possui contas em paraísos fiscais (Antilhas, Uruguai e Curaçao) e utiliza contas-correntes em outros países (Alemanha, EUA e China), além de empresas off-shore no exterior e movimentaria mais de US$ 10 milhões.
A organização tem como clientes mais de 30 empresas dos ramos de pneus, têxtil, de exportação, entre outros, que estão sendo alvo de buscas. Algumas dessas empresas, além da evasão de divisas, promoviam importação fraudulenta de pneus usados.
Este esquema consistia na “cessão comissionada” de uma empresa para outra, de liminares para importar pneus usados e que eram revendidos para transportadoras e comerciantes, o que contraria as decisões judiciais e as Resoluções e Portarias do Conselho Nacional do Meio Ambiente - CONAMA e da Secretaria do Comércio Exterior - SECEX.
A vertente gaúcha da operação detalhou os crimes praticados por outra operadora de câmbio, sediada em Porto Alegre, com a qual a operadora catarinense mantinha uma esquema de compensação. As empresas compartilhavam clientes, remessas para o exterior e pagamentos.
No Rio Grande do Sul, detectou-se o envolvimento de uma das maiores financeiras do estado, utilizada como fachada e para lavar o dinheiro ilegalmente. Alguns de seus proprietários, operadores do mercado financeiro, também estão sendo presos.
Nesse estado, a organização tinha como principais clientes grandes empresários, empresas que trabalham no ramo de importação e exportação e movimentava por dia aproximadamente R$ 1 milhão. Para executar suas atividades a nível internacional o grupo possuía braços financeiros no Uruguai e nos Estados Unidos da América, e segundo estimativas da inteligência financeira da Polícia e da Receita já teriam movimentado no exterior mais de US$ 250 milhões.
Os presos, em sua maioria doleiros e empresários, responderão pelos crimes de formação de quadrilha, descaminho, lavagem de dinheiro, evasão de divisas, funcionamento de instituição financeira sem autorização legal, gestão fraudulenta e sonegação fiscal, cujas penas somadas podem alcançar a 30 (trinta) anos de reclusão.
O nome da operação OURO VERDE é uma alusão à coloração das cédulas de dólar e o ouro uma referência ao lastro metálico da moeda americana.
Coletiva
Os coordenadores da Operação vão participar de uma entrevista coletiva na Delegacia da Polícia Federal em Joinville (Rua José Elias Giuliari, 72 - Boa Vista) às 10 horas.
Também será concedida uma entrevista coletiva às 15 horas na Superintendência Regional da PF no Rio Grande do Sul.
Por: Comunicação Social / Superintendência da PF em Santa CatarinaTel.: (48) 3281-6591
Comunicação Social / Superintendência da PF no Rio Grande do SulTel.: (51) 3235-9005
Delegacia de Polícia Federal em JoinvilleTel.: (47) 3431-6800
A Polícia Federal e a Receita Federal iniciam na manhã de hoje, 30, a Operação Ouro Verde. As equipes da Delegacia de Polícia Federal em Joinville/SC e do Núcleo de Repressão a Crimes Financeiros da Superintendência Regional da Polícia Federal no Estado do Rio Grande do Sul executam as ações sob coordenação da DFIN – órgão central de combate a crimes financeiros. As ações acontecem simultaneamente nos estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina.
Em Santa Catarina estão sendo cumpridos 76 Mandados de Busca e Apreensão e cerca de 15 mandados de prisão temporária e preventiva nas cidades de Joinville, Jaraguá do Sul, Guaramirim, Corupá, São Bento do Sul, Balneário Camboriú, Indaial, Blumenau, Itajaí, Florianópolis, Brusque, Joaçaba, Treze Tílias e Araucária (PR). Participam da operação 394 policiais federais de Santa Catarina, Paraná e São Paulo, bem como 101 Auditores Fiscais da Receita Federal.
No Rio Grande do Sul estão sendo cumpridos 55 mandados de busca e apreensão e mais de 20 mandados de prisão nas cidades de Porto Alegre, Novo Hamburgo, Gravataí, Caxias do Sul, Santa Cruz do Sul e São Marcos. A ação conta com participação de 310 policiais federais e 60 Auditores Fiscais da Receita Federal.
No total são 131 mandados de busca e mais de 40 mandados de prisão, com a participação 704 policiais federais e 161 Auditores da Receita Federal. Por requisição da Polícia Federal a Justiça Federal determinou ainda o bloqueio de aproximadamente 560 contas bancárias ligadas ao esquema criminoso.
A operação visa desarticular organização criminosa que agia nos dois estados, instalando um “sistema bancário” paralelo. O grupo oferecia quase todos os serviços bancários, tais como manutenção de conta corrente e investimentos (abastecidos com dinheiro de caixa dois de empresas), compra e venda de moeda estrangeira e remessa de valores para o exterior através de canais financeiros ilegais e não declarados às autoridades competentes.
A existência desse mercado bancário sem o conhecimento do Banco Central permitia à organização ocultar e lavar o dinheiro obtido com a prática de diversos crimes, especialmente de contrabando e descaminho e, inclusive, do tráfico de drogas.
As investigações começaram em novembro de 2005, com a instauração de Inquérito Policial na Delegacia de Joinvile, em razão da apreensão de US$ 20 mil. A quantia estava sendo transportado de Florianópolis para uma agência de turismo em Joinvile. A partir das investigações da Polícia Federal e da Receita surgiram indícios de que a empresa seria uma casa de câmbio clandestina, utilizando “mulas” para transportar moedas estrangeiras, dissimulando e ocultando a origem das operações.
Com a continuação dos trabalhos de inteligência financeira a Força-Tarefa identificou uma grande operadora de câmbio, sediada em Jaraguá do Sul/SC, e que praticaria lavagem de dinheiro, remessa ilegal de divisas para o exterior, sonegação fiscal e câmbio clandestino.
Detectou-se também que o grupo possui contas em paraísos fiscais (Antilhas, Uruguai e Curaçao) e utiliza contas-correntes em outros países (Alemanha, EUA e China), além de empresas off-shore no exterior e movimentaria mais de US$ 10 milhões.
A organização tem como clientes mais de 30 empresas dos ramos de pneus, têxtil, de exportação, entre outros, que estão sendo alvo de buscas. Algumas dessas empresas, além da evasão de divisas, promoviam importação fraudulenta de pneus usados.
Este esquema consistia na “cessão comissionada” de uma empresa para outra, de liminares para importar pneus usados e que eram revendidos para transportadoras e comerciantes, o que contraria as decisões judiciais e as Resoluções e Portarias do Conselho Nacional do Meio Ambiente - CONAMA e da Secretaria do Comércio Exterior - SECEX.
A vertente gaúcha da operação detalhou os crimes praticados por outra operadora de câmbio, sediada em Porto Alegre, com a qual a operadora catarinense mantinha uma esquema de compensação. As empresas compartilhavam clientes, remessas para o exterior e pagamentos.
No Rio Grande do Sul, detectou-se o envolvimento de uma das maiores financeiras do estado, utilizada como fachada e para lavar o dinheiro ilegalmente. Alguns de seus proprietários, operadores do mercado financeiro, também estão sendo presos.
Nesse estado, a organização tinha como principais clientes grandes empresários, empresas que trabalham no ramo de importação e exportação e movimentava por dia aproximadamente R$ 1 milhão. Para executar suas atividades a nível internacional o grupo possuía braços financeiros no Uruguai e nos Estados Unidos da América, e segundo estimativas da inteligência financeira da Polícia e da Receita já teriam movimentado no exterior mais de US$ 250 milhões.
Os presos, em sua maioria doleiros e empresários, responderão pelos crimes de formação de quadrilha, descaminho, lavagem de dinheiro, evasão de divisas, funcionamento de instituição financeira sem autorização legal, gestão fraudulenta e sonegação fiscal, cujas penas somadas podem alcançar a 30 (trinta) anos de reclusão.
O nome da operação OURO VERDE é uma alusão à coloração das cédulas de dólar e o ouro uma referência ao lastro metálico da moeda americana.
Coletiva
Os coordenadores da Operação vão participar de uma entrevista coletiva na Delegacia da Polícia Federal em Joinville (Rua José Elias Giuliari, 72 - Boa Vista) às 10 horas.
Também será concedida uma entrevista coletiva às 15 horas na Superintendência Regional da PF no Rio Grande do Sul.
Por: Comunicação Social / Superintendência da PF em Santa CatarinaTel.: (48) 3281-6591
Comunicação Social / Superintendência da PF no Rio Grande do SulTel.: (51) 3235-9005
Delegacia de Polícia Federal em JoinvilleTel.: (47) 3431-6800
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