"Temos 52% do esgoto tratado em Jaraguá. Creio que o problema maior seja mesmo a ocupação desordenada, que gera a exposição do solo e o assoreamento do rio" comenta Leocádio Neves e Silva, assessor ambiental do Samae de Jaraguá do Sul e presidente do Comitê de Gerenciamento da Bacia do Itapocu.
13 novembro 2008
10 novembro 2008
Paisagem Urbana
“Paisagem Urbana é um conceito que exprime a arte de tornar coerente e organizado, visualmente, o emaranhado de edifícios, ruas e espaços que constituem o ambiente urbano”. (Gordon Cullen 1961). É com esse conceito e tendo presente que nossa cidade enfrenta um severo avanço do espaço urbano que vejo ser necessário organizar nossa paisagem urbana jaraguaense, em especial a de disciplinar a publicidade conhecida como mídia externa. Hoje placas, faixas, banner’s, flâmulas, bandeirolas, cartazes, empenas, outdoor’s e todas as espécies de propagandas visuais externas não possuem uma regulamentação específica o que vem gerando em determinados locais uma verdadeira poluição visual que acaba ocultando belezas arquitetônicas locais, atrapalhando sinalizações de trânsito e até mesmo agredindo espaços naturais como margens de rios e áreas arborizadas.
Cidades como São Paulo desde 2006 e Blumenau desde 2007 já possuem leis que disciplinam a publicidade exposta diretamente ou direcionada para logradouros públicos. Tais leis ficaram conhecidas como leis da “cidade limpa” e no princípio de suas aplicações legais causaram a revolta de alguns setores, mas que no contexto geral agradaram a opinião pública, visto que promovem o bem estar estético, cultural e ambiental da população, a segurança das edificações, a valorização do ambiente natural e construído, a segurança, a fluidez e o conforto nos deslocamentos de veículos e pedestres, a preservação da memória cultural, a preservação e a visualização das características peculiares das ruas e avenidas e das fachadas; a preservação e a visualização dos elementos do meio ambiente em seu conjunto, o fácil acesso e utilização das funções e serviços de interesse coletivo nas ruas e vias em geral.
Alguns locais em nossa cidade a poluição visual é tão grande que é praticamente impossível se distinguir o que cada mídia externa está anunciando tamanha é a desordem instalada. Fora que alguns cartões postais arquitetônicos e naturais locais se o turista fotografar levará de brinde na foto imagens de propaganda. Em alguns cruzamentos se torna um verdadeiro desafio visual distinguir em meio a tantas propagandas a sinalização de trânsito ou o nome de ruas e avenidas. Até árvores e margens de rios são praticamente tapados por toda a sorte de anúncios.
De fato precisamos seguir os bons exemplos de São Paulo e Blumenau e fazer também de Jaraguá do Sul uma cidade limpa e organizada no que diz respeito à propaganda externa. Anunciar é preciso, mas respeitar e valorizar nossas belezas naturais e construídas mais ainda.
Cidades como São Paulo desde 2006 e Blumenau desde 2007 já possuem leis que disciplinam a publicidade exposta diretamente ou direcionada para logradouros públicos. Tais leis ficaram conhecidas como leis da “cidade limpa” e no princípio de suas aplicações legais causaram a revolta de alguns setores, mas que no contexto geral agradaram a opinião pública, visto que promovem o bem estar estético, cultural e ambiental da população, a segurança das edificações, a valorização do ambiente natural e construído, a segurança, a fluidez e o conforto nos deslocamentos de veículos e pedestres, a preservação da memória cultural, a preservação e a visualização das características peculiares das ruas e avenidas e das fachadas; a preservação e a visualização dos elementos do meio ambiente em seu conjunto, o fácil acesso e utilização das funções e serviços de interesse coletivo nas ruas e vias em geral.
Alguns locais em nossa cidade a poluição visual é tão grande que é praticamente impossível se distinguir o que cada mídia externa está anunciando tamanha é a desordem instalada. Fora que alguns cartões postais arquitetônicos e naturais locais se o turista fotografar levará de brinde na foto imagens de propaganda. Em alguns cruzamentos se torna um verdadeiro desafio visual distinguir em meio a tantas propagandas a sinalização de trânsito ou o nome de ruas e avenidas. Até árvores e margens de rios são praticamente tapados por toda a sorte de anúncios.
De fato precisamos seguir os bons exemplos de São Paulo e Blumenau e fazer também de Jaraguá do Sul uma cidade limpa e organizada no que diz respeito à propaganda externa. Anunciar é preciso, mas respeitar e valorizar nossas belezas naturais e construídas mais ainda.
05 novembro 2008
02 novembro 2008
Por que não um Jardim?
No dia destinado à lembrança das pessoas já falecidas e uma necessidade voltou a ser lembrada em nossa cidade que é a de se ter um novo cemitério municipal.
Já conhecidos em outros centros urbanos e comuns em filmes e amplamente adotados na América do Norte, os cemitérios jardins bem que poderiam inspirar o estilo do novo cemitério por aqui. Os cemitérios jardins se tratam de uma evolução dos convencionais, pois amenizam a escassez de áreas de proximidade urbana para sepultamento. Eliminam o exagero na ostentação em mausoléus e não apresentam a frieza artificial dos cemitérios verticais. Evidenciam a igualdade absoluta entre homens e mulheres, pois não apresentam qualquer distinção econômica, de raça, de crença ou de qualquer natureza. Criam um ambiente especial para meditação, evocação e saudade na forma de um jardim bonito e natural reservando apenas uma simples e padronizada lápide de granito para identificação dos que ali repousam.
Hoje basta notar o verdadeiro labirinto que se transformaram os atuais cemitérios da cidade que causam desconforto até para se localizar o túmulo de parentes já falecidos, fora os furtos de adornos e adereços dos túmulos e mausoléus.
Que tal Jaraguá do Sul fazer do seu novo cemitério municipal um jardim da saudade? Um espaço que de forma bonita e agradável sirva como última morada de seus habitantes.
Já conhecidos em outros centros urbanos e comuns em filmes e amplamente adotados na América do Norte, os cemitérios jardins bem que poderiam inspirar o estilo do novo cemitério por aqui. Os cemitérios jardins se tratam de uma evolução dos convencionais, pois amenizam a escassez de áreas de proximidade urbana para sepultamento. Eliminam o exagero na ostentação em mausoléus e não apresentam a frieza artificial dos cemitérios verticais. Evidenciam a igualdade absoluta entre homens e mulheres, pois não apresentam qualquer distinção econômica, de raça, de crença ou de qualquer natureza. Criam um ambiente especial para meditação, evocação e saudade na forma de um jardim bonito e natural reservando apenas uma simples e padronizada lápide de granito para identificação dos que ali repousam.
Hoje basta notar o verdadeiro labirinto que se transformaram os atuais cemitérios da cidade que causam desconforto até para se localizar o túmulo de parentes já falecidos, fora os furtos de adornos e adereços dos túmulos e mausoléus.
Que tal Jaraguá do Sul fazer do seu novo cemitério municipal um jardim da saudade? Um espaço que de forma bonita e agradável sirva como última morada de seus habitantes.
01 novembro 2008
28 outubro 2008
Forças Equilibradas

Nos dez maiores colégios eleitorais de SC, temos cinco partidos diferentes no comando. Isso mostra que o "jogo" de 2010 para o governo do estado promete ser disputadíssimo.
01. Joinville - Carlito Mers (PT)
02. Florianópolis - Dário Berger (PMDB)
03. Blumenau - João Paulo Kleinubing (DEM)
04. São José - Djalma Berger (PSB)
05. Criciúma - Clésio Salvaro (PSDB)
06. Chapecó - João Rodrigues (DEM)
07. Itajaí - Jandir Bellini (PP)
08. Lages - Renato Oliveira (PP)
09. Jaraguá do Sul - Cecíla Konell (DEM)
10. Palhoça - Ronério Heiderscheidt (PMDB)
21 outubro 2008
Essa vez foi a Alexsandra
Quatro horas da manhã de mais uma terça feira. Alexsandra uma jovem de 22 anos, mãe de duas filhas se prepara para ir trabalhar. Por certo preocupada em como ficarão as meninas durante o dia. Se elas terão creche e escola. Se irão se alimentar corretamente. Preocupações de qualquer mãe que ama suas filhas. Alexsandra as beija ainda com elas dormindo, pega suas coisas e cuidadosamente fecha aporta de sua casa e se dirige para a empresa em que trabalha. Caminha pela calçada da Avenida Prefeito Waldemar Grubba quando é surpreendida vira-se para ver quem a chama e é covardemente atingida por dois tiros disparados contra a sua face. Cai já sem vida.
Quem atirou? Paulo. Um cara que afirmava até pouco tempo atrás que a amaria para sempre. Para a polícia mais um crime passional.
Parai! Mas em que século estamos mesmo? Estamos nós na Idade da Pedra Lascada ou da era digital e das viagens espaciais? Até quando essa violência absurda contra a mulher será prática comum em nossa sociedade? Até quando esses verdadeiros homens de Neanderthal se farão presentes em nosso meio?
Sou homem e assim como quase todo mundo já tive não uma, mas algumas desilusões amorosas, mas desde cedo aprendi que as mulheres não são objetos e, portanto não possuem escritura. Que a aplicação da Lei Maria da Penha seja prática e não exceção.Abaixo aos homens das cavernas! Chega de violência contra as mulheres!
Quem atirou? Paulo. Um cara que afirmava até pouco tempo atrás que a amaria para sempre. Para a polícia mais um crime passional.
Parai! Mas em que século estamos mesmo? Estamos nós na Idade da Pedra Lascada ou da era digital e das viagens espaciais? Até quando essa violência absurda contra a mulher será prática comum em nossa sociedade? Até quando esses verdadeiros homens de Neanderthal se farão presentes em nosso meio?
Sou homem e assim como quase todo mundo já tive não uma, mas algumas desilusões amorosas, mas desde cedo aprendi que as mulheres não são objetos e, portanto não possuem escritura. Que a aplicação da Lei Maria da Penha seja prática e não exceção.Abaixo aos homens das cavernas! Chega de violência contra as mulheres!
19 outubro 2008
06 outubro 2008
Cadê a Ponte
Obra pública não planejada nem executada corretamente dá nisso.
Cadê a ponte? O rio levou! Cadê o dinheiro público? Pro ralo se foi!
05 outubro 2008
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