22 janeiro 2008
20 janeiro 2008
Telespectador respeitado.
Parece que 2008 vêm com marca da mudança de pensamento das emissoras de televisão. Essa conclusão se baseia pelo menos no que diz respeito a transmissões de futebol.
No último domingo o telespectador catarinense que apenas tem acesso aos canais abertos de televisão teve na faixa vespertina a possibilidade de ver três campeonatos distintos de futebol. A RBS/Globo apresentou jogo válido pelo campeonato carioca, a TVBV/Bandeirantes teve como atração clássico do paulistão e a RIC/Record transmitiu as emoções do catarinense.
O telespectador catarinense que quase sempre possui dois ou três times de coração muitas vezes um no Rio, outro em São Paulo e mais um local agradece essas opções. O controle remoto nesse domingão a tarde foi mais usado que marcha de carro 1.0 e fez, pelo menos por alguns instantes o cidadão comum achar que era assinante daquela tonelada de opções de canais das televisões pagas.
Tomara que no segundo semestre isso seja mantido e não tenhamos mais que aturar como antes os três canais de televisão transmitindo muitas vezes a mesma partida do campeonato brasileiro, afinal aqui em Santa Catarina tem torcedor até da fabulosa Portuguesa de Desportos que dizem as más línguas cabe toda ela em três vans.
Parabéns a RBS/Globo, a RIC/Record e a TVBV/Bandeirantes por essas decisões que valorizam, respeitam e agradam ao telespectador catarinense.
15 janeiro 2008
Juro ao consumidor cai para 7,18% e é o menor desde 1995
A taxa média de juros cobrada nos financiamentos à pessoa física diminuiu 5 pontos-base, para 7,18% ao mês, em dezembro, na comparação com o mês anterior. Com isso, o índice ficou no menor patamar da série histórica, iniciada em janeiro de 1995.Já em relação ao mesmo período de 2006, houve um recuo de 22 pontos-base, uma vez que, em dezembro do ano passado, a taxa média era de 7,40% a.m.As informações são da Anefac (Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade), que divulgou, nesta terça-feira (15), o seu relatório mensal contendo os dados referentes às taxas cobradas nas operações de financiamento tanto para consumidores quanto para empresas.
02 janeiro 2008
29 dezembro 2007
Pede pra Sair!
Está certo! Você já ouviu muito essa em 2007 não é? Mas recorro a ela como título do artigo, pois foi justamente isso que pensei alto quando li recente entrevista de um político local dizendo que tem vergonha de pertencer à câmara de vereadores. Segundo ele a razão da vergonha é a quantidade de “maracutaias” que acontecem nos bastidores da casa do povo.
Estranho que ele como fiscal eleito da população joga isso no ar, mas não vêm a público desempenhar seu verdadeiro papel de dizer e provar quais são as “maracutaias”.
Mais estranho ainda é não buscar esclarecer de uma vez por todas ao povo fatos como uma licença médica remunerada, solicitada por um vereador dizendo estar com estafa que estranhamente teve o diagnóstico e o atestado assinado por um urologista e não por um psiquiatra.
Realmente para tropa de elite dos fiscais da população a atual safra de políticos tem raras e honrosas exceções. A maioria deveria ouvir: “Pede pra sair!”
O nível! Quer dizer, nível. Que é isso? Faz com que de tropa de elite tenhamos apenas em maioria só a primeira parte da frase e nada de elite.
Mas estamos em um ano especial. Ano em que a frágil e jovem democracia brasileira nos permite eleger uma nova tropa de elite de políticos fiscais do povo. Eleitos que realmente cumpram o principal papel de zelar pelo bem do povo e não pelo seu próprio bem. Agora em 2008 temos a chance de não apenas pedir para que saiam, mas de tirar dos cargos quem não exerce com excelência aquilo para o qual foi eleito.
Estranho que ele como fiscal eleito da população joga isso no ar, mas não vêm a público desempenhar seu verdadeiro papel de dizer e provar quais são as “maracutaias”.
Mais estranho ainda é não buscar esclarecer de uma vez por todas ao povo fatos como uma licença médica remunerada, solicitada por um vereador dizendo estar com estafa que estranhamente teve o diagnóstico e o atestado assinado por um urologista e não por um psiquiatra.
Realmente para tropa de elite dos fiscais da população a atual safra de políticos tem raras e honrosas exceções. A maioria deveria ouvir: “Pede pra sair!”
O nível! Quer dizer, nível. Que é isso? Faz com que de tropa de elite tenhamos apenas em maioria só a primeira parte da frase e nada de elite.
Mas estamos em um ano especial. Ano em que a frágil e jovem democracia brasileira nos permite eleger uma nova tropa de elite de políticos fiscais do povo. Eleitos que realmente cumpram o principal papel de zelar pelo bem do povo e não pelo seu próprio bem. Agora em 2008 temos a chance de não apenas pedir para que saiam, mas de tirar dos cargos quem não exerce com excelência aquilo para o qual foi eleito.
27 dezembro 2007
19 dezembro 2007
16 dezembro 2007
02 dezembro 2007
E as Calçadas?
Mais um ano chegando ao fim embalado ao som de músicas tradicionais para o período e junto dessa época surgem as famosas promessas de que daqui para frente tudo será diferente. Mas o que insiste em não ser diferente é um problema que acho absolutamente básico e que mais um governo municipal começa a viver o período final de 12 meses no comando, sem ter sanado com a falta ou mal estado de conservação das nossas calçadas.
Quando falo das calçadas não estou sugerindo que elas sejam nos padrões encontrados na Champs Elysée de Paris, mas que ao menos existam nos passeios de toda a zona urbana municipal ou que pelo menos nas principais ruas e avenidas elas sejam feitas e mantidas sem buracos ou desníveis.
Jaraguá do Sul é uma cidade que já se notabiliza pela considerável quantidade de pessoas que tem por hábito a caminhada saudável diária. Mas o risco de lesões e até fraturas a que estão expostas, mostra que nossa cidade que busca ser sede até de eventos internacionais vê ir e vir prefeitos sem que nenhum tome a atitude de definitivamente resolver este problema tão visível e básico da cidade.
Como diz a música “a gente não quer só comida”, eu adapto que também queremos calçadas condizentes a nossa cidade e ao nosso povo. Boas festas e boas calçadas novas a todos em 2008.
22 novembro 2007
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